1 - ESQUEÇA A BUROCRACIA.
Invente planos de aulas que sejam úteis e que sejam fáceis de mexer
2 - CONHEÇA BEM DE PERTO O SEU ALUNO.
Pergunte-se sempre: “O que meu aluno deve e pode aprender?”, planeje a aula de forma fácil e objetiva.
3 - SE NECESSÁRIO, FAÇA UM PLANO DE AULA PARA CADA TURMA.
O planejamento deve ser sempre alterado, de acordo com as necessidades da turma.
4 - ESTUDE PARA ENSINAR BEM.
Uma pessoa só pode ensinar aquilo que sabe, porém é preciso, também, saber como ensinar.
5 - COLOQUE-SE NO LUGAR DO ESTUDANTE.
Você deve saber se os temas trabalhados em sala são importantes do ponto de vista do aluno.
6 - DEFINA O QUE É MAIS IMPORTANTE.
Os critérios para estabelecer o que é mais importante ensinar devem ser as necessidades dos alunos.
7 - PESQUISE EM VÁRIAS FONTES.
Toda aula requer material de apoio. Busque informações em livros, em revistas, na Internet e etc.
8 - USE DIFERENTES MÉTODOS DE TRABALHO.
Métodos como: aulas expositivas, atividades em grupo e pesquisas são excelentes aliados!
9 - CONVERSE E PEÇA AJUDA.
Converse com OS colegas! Aproveite as reuniões!
10 - ESCREVA, ESCREVA, ESCREVA.
Compre um caderno e anote, no fim do dia, tudo o que você fez em classe. Esta é uma forma de você analisar o que está ou não dando certo em seu trabalho!
Sejam bem vindos....
Educar é ter nas mãos a chave para um mundo melhor.
domingo, 19 de junho de 2011
O que é bullying?
Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podesm apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtm
Para evitar problemas, os pais desempenham um papel muito importante. Devem estar atentos a quaisquer sinais que possam denunciar o bullying, já que seu filho pode estar sendo a vítima ou até mesmo vitimando alguém. Desta forma, os pais devem estar atentos a alguns fatores:
-Aumento de agressividade do filho, o que pode revelar que ele é o agressor, e assim não ter a consciência do sofrimento que causa em outra criança.
-Não se torne um hiper-protetor, mas vigie-o com maior atenção.
-Brincadeiras feita com outros amigos, e se possível, solicite aos professores o parecer deles.
É por estes e outros motivos que os pais devem estar sempre atentos à mudança de comportamento do filho. Procure conversar com seu filho transmitindo confiança e o máximo de segurança possível. Caso ele não lhe informe nada, procure levá-lo um médico específico, como um psicólogo, por exemplo, pois seu filho pode não ter se sentido à vontade em lhe contar o problema que ocorre na escola. Diariamente, pergunte ao seu filho como foi o dia na escola e analise a expressão e o olhar dele, pois, muitas vezes os pais sabem quando os filhos estão felizes ou não, se estão ou não mentindo, e estreite a relação de amizade com seu filho. Os sintomas que podem evidenciar que seu filho está sofrendo bullying na escola envolvem reações como dor de estômago e cabeça, vômitos e insônias frequentes. O isolamento, baixo rendimento escolar, conflitos entre irmãos e autoagressão também são provocados pelo bullying, assim tal problema podem ser percebidos quando há a atenção adequada voltada para seu filho.
"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podesm apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtm
Para evitar problemas, os pais desempenham um papel muito importante. Devem estar atentos a quaisquer sinais que possam denunciar o bullying, já que seu filho pode estar sendo a vítima ou até mesmo vitimando alguém. Desta forma, os pais devem estar atentos a alguns fatores:
-Aumento de agressividade do filho, o que pode revelar que ele é o agressor, e assim não ter a consciência do sofrimento que causa em outra criança.
-Não se torne um hiper-protetor, mas vigie-o com maior atenção.
-Brincadeiras feita com outros amigos, e se possível, solicite aos professores o parecer deles.
É por estes e outros motivos que os pais devem estar sempre atentos à mudança de comportamento do filho. Procure conversar com seu filho transmitindo confiança e o máximo de segurança possível. Caso ele não lhe informe nada, procure levá-lo um médico específico, como um psicólogo, por exemplo, pois seu filho pode não ter se sentido à vontade em lhe contar o problema que ocorre na escola. Diariamente, pergunte ao seu filho como foi o dia na escola e analise a expressão e o olhar dele, pois, muitas vezes os pais sabem quando os filhos estão felizes ou não, se estão ou não mentindo, e estreite a relação de amizade com seu filho. Os sintomas que podem evidenciar que seu filho está sofrendo bullying na escola envolvem reações como dor de estômago e cabeça, vômitos e insônias frequentes. O isolamento, baixo rendimento escolar, conflitos entre irmãos e autoagressão também são provocados pelo bullying, assim tal problema podem ser percebidos quando há a atenção adequada voltada para seu filho.
Ser um bom professor
Não existe uma fórmula mágica que transforme alguém em melhor professor do mundo do dia para a noite, mas há uma dica infalível. Trabalhar com amor.
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